Ao menino que chamavam anarquista
Por pra fora
Por-te pra fora de mim
Já não quero
E sigo impregnada de ti
Me abraço e é o teu braço que me cerca
Me beijo e é a tua boca que me toca
Me vejo e é teu reflexo que enxergo
Nunca perder-te de mim
E em mim te encontrar
Descobrindo-me em ti
Compartilho-me contigo
Nos torno um corpo
Incorporando-me em ti
Faz-te sempre presente
Para exalar-te ao mundo
Transbordando-me de ti
Assim fundidos, se tu cais, caio eu
Se te levantas, levanto eu
Se te iluminas, é brilho meu
Eu refletido em ti que reflete em mim
...eternamente...
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